Livreto - Missa em Estilo Taizé



SEMANÁRIO LITÚRGICO
IV DOMINGO DA PÁSCOA
MISSA NO ESTILO TAIZÉ

ANO C
Cor Litúrgica: Branco
08/05/2022

RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
O povo deve estar de velas acesas e a igreja escura.

Antífona da entrada
Sl 32, 5-6
A terra está repleta do amor de Deus; por sua palavra foram feitos os céus, aleluia! 

CANTO
Ressuscitou - Taizé

RESSUSCITOU DE VERDADE, ALELUIA, ALELUIA.
CRISTO JESUS RESSUSCITOU, ALELUIA, ALELUIA.

2. Chegado ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o com a seguinte fórmula:
Pres.: A graça e a paz de Deus, nosso Pai e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

ATO PENITENCIAL

Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência:
Pres.: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamos-nos necessitados da misericórdia do Pai.

CANTO

SENHOR, QUE NO MISTÉRIO DA VOSSA ENCARNAÇÃO VOS MANIFESTAIS COMO LUZ NAS TREVAS,
KYRIE, KYRIE, KYRIE, KYRIE ELEISON
KYRIE, KYRIE, KYRIE, KYRIE ELEISON

CRISTO, QUE ASSUMINDO A NATUREZA HUMANA NOS FAZEIS PARTICIPAR NA VOSSA VIDA DIVINA,
CHRISTE, CHRISTE, CHRISTE, CHRISTE ELEISON.
CHRISTE, CHRISTE, CHRISTE, CHRISTE ELEISON.

SENHOR, QUE REVELAIS A VOSSA SALVAÇÃO A TODOS OS POVOS,
KYRIE, KYRIE, KYRIE, KYRIE ELEISON
KYRIE, KYRIE, KYRIE, KYRIE ELEISON


HINO DE LOUVOR

5. Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o hino.

CANTO
Glória Canôn - Taizé

GLORIA, GLORIA, IN EXCELSIS DEO, 
GLORIA, GLORIA, ALLELUIA! 
ET IN TERRA PAX HOMINIBUS BONAE VOLUNTATIS.

ORAÇÃO DO DIA

6. Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Irmãos peçamos agora, ao Senhor da vida, nossas preces que estão no altar.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração.
Rezemos ao Senhor. Deus eterno e todo-poderoso, conduzi-nos à comunhão das alegrias celestes, para que o rebanho possa atingir, apesar de sua fraqueza, a fortaleza do Pastor. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

CANTO
Aclamação às leituras

INDO E VINDO, TREVAS E LUZ, TUDO E GRAÇA, DEUS NOS CONDUZ.
INDO E VINDO, TREVAS E LUZ, TUDO E GRAÇA, DEUS NOS CONDUZ.

PRIMEIRA LEITURA
(At 13, 14. 43-52)

7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

– Leitura dos Atos dos Apóstolos

Naqueles dias, Paulo e Barnabé partindo de Perge, chegaram a Antioquia da Pisídia. E, entrando na sinagoga em dia de sábado, sentaram-se. Muitos judeus e pessoas piedosas convertidas ao judaísmo seguiram Paulo e Barnabé. Conversando com eles, os dois insistiam para que continuassem fiéis à graça de Deus. No sábado seguinte, quase toda a cidade se reuniu para ouvir a palavra de Deus. Ao verem aquela multidão, os judeus ficaram cheios de inveja e, com blasfêmias, opunham-se ao que Paulo dizia. Então, com muita coragem, Paulo e Barnabé declararam: “Era preciso anunciar a palavra de Deus primeiro a vós. Mas, como a rejeitais e vos considerais indignos da vida eterna, sabei que vamos dirigir-nos aos pagãos. Porque esta é a ordem que o Senhor nos deu: ‘Eu te coloquei como luz para as nações, para que leves a salvação até os confins da terra’”.
Os pagãos ficaram muito contentes, quando ouviram isso, e glorificavam a palavra do Senhor. Todos os que eram destinados à vida eterna, abraçaram a fé. Desse modo, a palavra do Senhor espalhava-se por toda a região.
Mas os judeus instigaram as mulheres ricas e religiosas, assim como os homens influentes da cidade, provocaram uma perseguição contra Paulo e Barnabé e expulsaram-nos do seu território. Então os apóstolos sacudiram contra eles a poeira dos pés, e foram para a cidade de Icônio. Os discípulos, porém, ficaram cheios de alegria e do Espírito Santo.

– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 99)

8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

– SABEI QUE O SENHOR, SÓ ELE, É DEUS, NÓS SOMOS SEU POVO E SEU REBANHO.
Ass.: SABEI QUE O SENHOR, SÓ ELE, É DEUS, NÓS SOMOS SEU POVO E SEU REBANHO.

– Aclamai o Senhor, ó terra inteira, servi ao Senhor com alegria, ide a ele cantando jubilosos!
Ass.: SABEI QUE O SENHOR, SÓ ELE, É DEUS, NÓS SOMOS SEU POVO E SEU REBANHO.

– Sabei que o Senhor, só ele, é Deus, Ele mesmo nos fez, e somos seus, nós somos seu povo e seu rebanho. 
Ass.: SABEI QUE O SENHOR, SÓ ELE, É DEUS, NÓS SOMOS SEU POVO E SEU REBANHO.

– Sim, é bom o Senhor e nosso Deus, sua bondade perdura para sempre, seu amor é fiel eternamente! 
Ass.: SABEI QUE O SENHOR, SÓ ELE, É DEUS, NÓS SOMOS SEU POVO E SEU REBANHO.

SEGUNDA LEITURA
(Ap 7, 9. 14b-17)

9. Se houver segunda leitura, o leitor fará no ambão, como acima.

– Leitura do Livro do Apocalipse de São João

Eu, João, vi uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas, e que ninguém podia contar. Estavam de pé diante do trono e do Cordeiro; trajavam vestes brancas e traziam palmas na mão.
Então um dos anciãos me disse: “Esses são os que vieram da grande tribulação. Lavaram e alvejaram as suas roupas no sangue do Cordeiro. Por isso, estão diante do trono de Deus e lhe prestam culto, dia e noite, no seu templo. E aquele que está sentado no trono os abrigará na sua tenda.
Nunca mais terão fome, nem sede. Nem os molestará o sol, nem algum calor ardente. Porque o Cordeiro, que está no meio do trono, será o seu pastor e os conduzirá às fontes da água da vida. E Deus enxugará as lágrimas de seus olhos”.

– Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Aleluia - Taizé


10. Segue-se o Aleluia ou outro canto.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

EU SOU O BOM PASTOR, DIZ O SENHOR; 
EU CONHEÇO AS MINHAS OVELHAS 
E ELAS ME CONHECEM A MIM.

11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Pres.: Ó Deus todo-poderoso purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Jo 10, 27-30)

12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Pres.: Naquele tempo, disse Jesus: “As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. Eu dou-lhes a vida eterna e elas jamais se perderão. E ninguém vai arrancá-las de minha mão. Meu Pai, que me deu estas ovelhas, é maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai. Eu e o Pai somos um”.

13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
CANTO
Agradecimento ao Evangelho

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

O sacerdote ou o diácono beija o livro, rezando em silêncio:
Diác. ou Pres.: Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

BÊNÇÃO DAS VELAS E GESTO DA PAZ

O presidente dirige-se para a assembleia e abençoa as velas com as seguintes palavras:
Pres.: Deus de amor e misericórdia, que neste tempo Pascal concedes a graça da Luz de Cristo saído do Sepulcro iluminar a alma dos vossos fiéis, santificai com a vossa bênção + estas velas que usamos, como sinal de luz para iluminar as nações e candeia para os nossos corações. Firmes na testemunha de Cristo, vivo, que permanece entre nós pelos séculos pelos séculos. 
Ass.: Amém.
Em seguida, se for oportuno, o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Pres.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

CANTO

SENHOR JESUS, TU ÉS LUZ DO MUNDO DISSIPA AS TREVAS QUE ME QUEREM FALAR.
SENHOR JESUS, ÉS LUZ NA MINH'ALMA SAIBA EU ACOLHER O TEU AMOR.
SENHOR JESUS, TU ÉS LUZ DO MUNDO DISSIPA AS TREVAS QUE ME QUEREM FALAR.
SENHOR JESUS, ÉS LUZ NA MINH'ALMA SAIBA EU ACOLHER O TEU AMOR.
SENHOR JESUS, TU ÉS LUZ DO MUNDO DISSIPA AS TREVAS QUE ME QUEREM FALAR.
SENHOR JESUS, ÉS LUZ NA MINH'ALMA SAIBA EU ACOLHER O TEU AMOR.
SENHOR JESUS, TU ÉS LUZ DO MUNDO DISSIPA AS TREVAS QUE ME QUEREM FALAR.
SENHOR JESUS, ÉS LUZ NA MINH'ALMA SAIBA EU ACOLHER O TEU AMOR.

PROFISSÃO DE FÉ

15. Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé:
Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
(Todos se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Vhirghem Maria,
(Todos erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

16. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.

Após cada prece, todos cantam:
OH DONA NOBIS, OH DONA NOBIS, 
OH DONA NOBIS PACEM.
OH DONA NOBIS! OH DONA NOBIS! 
OH DONA NOBIS PACEM.
PACEM, PACEM OH DONA NOBIS PACEM,
PACEM, PACEM OH DONA NOBIS PACEM.

1.  Cristo ressuscitado, o teu coração exulta e a tua alma rejubila; consola todos os que vivem na provação.

2. Senhor ressuscitado, vens transfigurar-nos; acende em nós o fogo do teu amor.

3. Senhor ressuscitado, em ti a nossa ressurreição já começou na terra; acende em nós o fogo do teu amor.

4. Senhor ressuscitado, vens encher-nos da paz do coração; acende em nós o fogo do teu amor.

5. Senhor ressuscitado, o teu Espírito queima em nós a tristeza; acende em nós o fogo do teu amor.

6. Senhor ressuscitado, vens reunir-nos no teu corpo, a Igreja; acende em nós o fogo do teu amor.

Pres.: Senhor ressuscitado, quando temos o simples desejo de acolher o teu amor, aos poucos, no mais profundo do nosso ser, acende-se uma chama. Animada pelo Espírito Santo, essa chama pode ser de início muito frágil. O que é espantoso é que ela arde sempre, quer nós o saibamos quer o ignoremos. E quando compreendemos que nos amas, a confiança da fé torna-se no nosso próprio canto.
Ass.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

CANTO

AD TE JESUS CRISTE, LEVAVI ANIMAM MEAM. 
SALVATOR MUNDI, IN TE SPERAVI.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena como pão sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

20. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, nosso Deus.

23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

CONVITE À ORAÇÃO

25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nossos sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Pres.: Concedei, ó Deus, que sempre nos alegremos por estes mistérios pascais, para que nos renovem constantemente e sejam fonte de eterna alegria. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.

PREFÁCIO
(Prefácio: O Cristo vivo, nosso intercessor)

27. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O SENHOR ESTEJA CONVOSCO.
Ass.: ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: CORAÇÕES PARA O ALTO.
Ass.: O NOSSO CORAÇÃO ESTÁ EM DEUS.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: DEMOS GRAÇAS AO SENHOR NOSSO DEUS.
Ass.: É NOSSO DEVER E A NOSSA SALVAÇÃO.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: NA VERDADE, É JUSTO E NECESSÁRIO, É NOSSO DEVER E SALVAÇÃO DAR-VOS GRAÇAS, SEMPRE E EM TODO O LUGAR, MAS SOBRETUDO NESTE TEMPO SOLENE EM QUE CRISTO, NOSSO PÁSCOA, FOI IMOLADO. ELE CONTINUA A OFERECER-SE PELA HUMANIDADE, E JUNTO DE VÓS É NOSSO INTERCESSOR. IMOLADO, JÁ NÃO MORRE; E, MORTO, VIVE ETERNAMENTE. UNIDOS À MULTIDÃO DOS ANJOS E DOS SANTOS, TRANSBORDANDO DE ALEGRIA PASCAL, NÓS VOS ACLAMAMOS CANTANDO A UMA SÓ VOZ:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:

CANTO

SANTO, SANTO, SANTO,
SANTO, SANTO, SA-A-ANTO,
SENHOR DEUS DO UNIVERSO,
SENHOR DEUS DO UNIVERSO-O-O,
CÉUS E TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA!
HOSSANA, HOSSANA, HOSSANA,
HO-O-OSSANA NAS ALTURAS!
HOSSANA, HOSSANA, HOSSANA,
HO-O-OSSANA NAS ALTURAS!
BENDITO O QUE VEM,
EM NOME DO SENHOR,
EM NOME DO SENHO-O-OR.
HOSSANA, HOSSANA, HOSSANA,
HO-O-OSSANA NAS ALTURAS!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

109. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: NA VERDADE, VÓS SOIS SANTO, Ó DEUS DO UNIVERSO, E TUDO O QUE CRIASTES PROCLAMA O VOSSO LOUVOR, PORQUE, POR JESUS CRISTO, VOSSO FILHO E SENHOR NOSSO, E PELA FORÇA DO ESPÍRITO SANTO, DAIS VIDA E SANTIDADE A TODAS AS COISAS E NÃO CESSAIS DE REUNIR O VOSSO, PARA QUE VOS OFEREÇA EM TODA PARTE, DO NASCER AO PÔR-DO-SOL, UM SACRIFÍCIO PERFEITO.
Ass.: SANTIFICAI E REUNI O VOSSO POVO, SANTIFICAI E REUNI O VOSSO POVO, SANTIFICAI E REUNI O VOSSO POVO!

110. Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres.: POR ISSO, NÓS VOS SUPLICAMOS: SANTIFICAI PELO ESPÍRITO SANTO AS OFERENDAS QUE VOS APRESENTAMOS PARA SEREM CONSAGRADAS,
    une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
A FIM DE QUE SE TORNEM O CORPO E + O SANGUE DE JESUS CRISTO, VOSSO FILHO E SENHOR NOSSO,
    une as mãos
QUE NOS MANDOU CELEBRAR ESTE MISTÉRIO.
Ass.: SANTIFICAI NOSSA OFERENDA, Ó SENHOR, SANTIFICAI NOSSA OFERENDA, Ó SENHOR, SANTIFICAI NOSSA OFERENDA, Ó SENHOR!

111. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam preferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: NA NOITE EM QUE IA SER ENTREGUE,
    toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ELE TOMOU O PÃO, DEU GRAÇAS, E O PARTIU E SEU A SEUS DISCÍPULOS.
    Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

112. Então prossegue:
Pres.: DO MESMO MODO, AO FIM DA CEIA,
    toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ELE TOMOU O CÁLICE EM SUAS MÃOS, DEU GRAÇAS NOVAMENTE, E O DEU A SEUS DISCÍPULOS.
    Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

113. Em seguida, diz:
Pres.: EIS O MISTÉRIO DA FÉ, O MISTÉRIO DA FÉ!
Ass.: SALVADOR DO MUNDO, SALVAI-NOS, VÓS QUE NOS LIBERTASTES PELA CRUZ E RESSURREIÇÃO, 
ALELUIA! ALELUIA! ALELUIA! SALVAI-NOS. 
ALELUIA! ALELUIA! ALELUIA! SALVAI-NOS.

114. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: CELEBRANDO AGORA, Ó PAI, A MEMÓRIA DO VOSSO FILHO, DA SUA PAIXÃO QUE NOS SALVA, DA SUA GLORIOSA RESSURREIÇÃO E DA SUA ASCENSÃO AO CÉU, E ENQUANTO ESPERAMOS A SUA NOVA VINDA, NÓS VOS OFERECEMOS EM AÇÃO DE GRAÇAS ESTE SACRIFÍCIO DE VIDA E SANTIDADE.
Ass.: RECEBEI, Ó SENHOR, A NOSSA OFERTA, RECEBEI, Ó SENHOR, A NOSSA OFERTA, RECEBEI, Ó SENHOR, A NOSSA OFERTA!

Pres.: OLHAI COM BONDADE A OFERENDA DA VOSSA IGREJA, RECONHECEI O SACRIFÍCIO QUE NOS RECONCILIA CONVOSCO E CONCEDEI QUE, ALIMENTANDO-NOS COM O CORPO E O SANGUE DO VOSSO FILHO, SEJAMOS REPLETOS DO ESPÍRITO SANTO E NOS TORNEMOS EM CRISTO UM SÓ CORPO E UM SÓ ESPÍRITO.
Ass.: FAZEI DE NÓS UM SÓ CORPO E UM SÓ ESPÍRITO, FAZEI DE NÓS UM SÓ CORPO E UM SÓ ESPÍRITO, FAZEI DE NÓS UM SÓ CORPO E UM SÓ ESPÍRITO!

1C.: QUE ELE FAÇA DE NÓS UMA OFERENDA PERFEITA PARA ALCANÇARMOS A VIDA ETERNA COM OS VOSSOS SANTOS: A VIRGEM MARIA, MÃE DE DEUS, SÃO JOSÉ, SEU ESPOSO, OS VOSSOS APÓSTOLOS E MÁRTIRES, E TODOS OS SANTOS, QUE NÃO CESSAM DE INTERCEDER POR NÓS NA VOSSA PRESENÇA.
Ass.: FAZEI DE NÓS UMA PERFEITA OFERENDA, FAZEI DE NÓS UMA PERFEITA OFERENDA, FAZEI DE NÓS UMA PERFEITA OFERENDA!

2C.: E AGORA, NÓS VOS SUPLICAMOS, Ó PAI, QUE ESTE SACRIFÍCIO DA NOSSA RECONCILIAÇÃO ESTENDA A PAZ E A SALVAÇÃO AO MUNDO INTEIRO. CONFIRMAI NA FÉ E NA CARIDADE A VOSSA IGREJA, ENQUANTO CAMINHA NESTE MUNDO: O VOSSO SERVO O PAPA E SUCESSOR DO APÓSTOLO PEDRO, INOCÊNCIO, O NOSSO ARCEBISPO ENRICO, COM OS BISPOS DO MUNDO INTEIRO, O CLERO E TODO O POVO QUE CONQUISTASTES.
Ass.: LEMBRAI-VOS, Ó PAI, DA VOSSA IGREJA, LEMBRAI-VOS, Ó PAI, DA VOSSA IGREJA, LEMBRAI-VOS, Ó PAI, DA VOSSA IGREJA!

* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 109.

ATENDEI ÀS PRECES DA VOSSA FAMÍLIA, QUE ESTÁ AQUI, NA VOSSA PRESENÇA. REUNI EM VÓS, PAI DE MISERICÓRDIA, TODOS OS VOSSOS FILHOS E FILHAS DISPERSOS PELO MUNDO INTEIRO.
Ass.: LEMBRAI-VOS, Ó PAI, DOS VOSSOS FILHOS, LEMBRAI-VOS, Ó PAI, DOS VOSSOS FILHOS, LEMBRAI-VOS, Ó PAI, DOS VOSSOS FILHOS!

3C.: ACOLHEI COM BONDADE NO VOSSO REINO OS NOSSOS IRMÃOS E IRMÃS QUE PARTIRAM DESTA VIDA E TODOS OS QUE MORRERAM NA VOSSA AMIZADE. UNIDOS A ELES, ESPERAMOS TAMBÉM NÓS, SACIAR-NOS ETERNAMENTE DA VOSSA GLÓRIA,
    une as mãos
POR CRISTO, SENHOR NOSSO.
Ass.: A TODOS SACIAI COM VOSSA GLÓRIA, A TODOS SACIAI COM VOSSA GLÓRIA, A TODOS SACIAI COM VOSSA GLÓRIA!

CANTO

Ass.: POR ELE DAIS AO MUNDO TODO BEM E TODA GRAÇA, A VERDADEIRA UNIDADE E A COMUNHÃO FRATERNAL. EM CRISTO, QUE VIVE PARA SEMPRE, QUE VIVE PARA SEMPRE, ALELUIA.

115. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: POR CRISTO, COM CRISTO, EM CRISTO, A VÓS DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA A HONRA E TODA A GLÓRIA, AGORA E PARA SEMPRE.
Ass.: AMÉM, AMÉM, AMÉM!
AMÉM, AMÉM, AMEM!
AMÉM, AMÉM, AMÉM!

RITO DA COMUNHÃO

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobe o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
    O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

CANTO
Pai-nosso - Taizé

PAI NOSSO QUE ESTAIS NOS CÉUS, SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME; VENHA A NÓS O VOSSO REINO, SEJA FEITA A VOSSA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU; O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE; PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO; E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL.

126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja, dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
    O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.

128.  O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

CANTO

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS.

CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
DAI-NOS A PAZ, A PAZ!

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes,  se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
    Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento  e remédio para minha vida.

133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre a patena, diz em vos alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
    E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

Antífona da comunhão

Ressuscitou o Bom Pastor, que deu a vida por suas ovelhas e quis morrer pelo rebanho, aleluia!

Todos de ajoelham nas almofadas dos lugares e o celebrante, ou os demais concelebrantes, levam a âmbula e o cálice e dá a comunhão das duas espécies.

COMUNHÃO

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
    Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
    Comunga o Sangue de Cristo.

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
    O que vai comungar responde:
Amém.

O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

CANTO
Fonte de vida - Taizé

TU ÉS FONTE DE VIDA, 
TU ÉS FOGO, TU ÉS AMOR.
VEM ESPÍRITO SANTO, 
VEM ESPÍRITO SANTO.

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que está dádiva temporal  se transforme pra nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

DEUS É AMOR, 
ARRIQUEMOS VIVER POR AMOR,
DEUS É AMOR, 
NADA A TEMER.

DEPOIS DA COMUNHÃO

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote abrindo os braços, diz a oração "Depois da comunhão."
Velai com solicitude, ó Bom Pastor, sobre o vosso rebanho e concedei que vivam nos prados eternos as ovelhas que remistes pelo sangue do vosso Filho. Que vive reina para sempre.
Ass.: Amém.

RITOS FINAIS

141. Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

BÊNÇÃO FINAL

142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O SENHOR ESTEJA CONVOSCO.
Ass.: ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.

Pres.: AQUELE QUE, POR SUA MORTE, VOS DEU A ETERNA LIBERDADE, VOS CONCEDA, POR SUA GRAÇA, A HERANÇA ETERNA.
Ass.: AMÉM!

O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres.: ABENÇOE-VOS O DEUS TODO-PODEROSO: PAI E FILHO + E ESPÍRITO SANTO.
Ass.: AMÉM!

143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos.
Diác. ou Pres.: IDE EM PAZ, E O SENHOR VOS ACOMPANHE.
Ass.: GRAÇAS A DEUS.

144. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

CANTO

MINHA ALMA TEM SUCEGO EM DEUS, 
SÓ EM DEUS, 
QUE É FONTE DE SALVAÇÃO! 
SIM, SÓ EM DEUS MINHA ALMA TEM SUCEGO! 
NELE ENCONTRO A PAZ.
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