
IV DOMINGO DA QUARESMA
30.03.2025
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA - I
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
REJUBILAI-VOS, JERUSALÉM!
VÓS QUE A AMAIS,
VINDE, ACORREI DE ALEGRIA E EXULTAI!
QUE ALEGRIA, QUANDO OUVI QUE ME DISSERAM:
VAMOS À CASA DO SENHOR!
E AGORA NOSSOS PÉS JÁ SE DETÊM,
JERUSALÉM, EM TUAS PORTAS.
JERUSALÉM, CIDADE BEM EDIFICADA
NUM CONJUNTO HARMONIOSO;
PARA LÁ SOBEM AS TRIBOS DE ISRAEL
AS TRIBOS DO SENHOR.
PARA LOUVAR, SEGUNDO A LEI DE ISRAEL,
O NOME DO SENHOR.
A SEDE DA JUSTIÇA LÁ ESTÁ
E O TRONO DE DAVI.
VÓS QUE A AMAIS,
VINDE, ACORREI DE ALEGRIA E EXULTAI!
QUE ALEGRIA, QUANDO OUVI QUE ME DISSERAM:
VAMOS À CASA DO SENHOR!
E AGORA NOSSOS PÉS JÁ SE DETÊM,
JERUSALÉM, EM TUAS PORTAS.
JERUSALÉM, CIDADE BEM EDIFICADA
NUM CONJUNTO HARMONIOSO;
PARA LÁ SOBEM AS TRIBOS DE ISRAEL
AS TRIBOS DO SENHOR.
PARA LOUVAR, SEGUNDO A LEI DE ISRAEL,
O NOME DO SENHOR.
A SEDE DA JUSTIÇA LÁ ESTÁ
E O TRONO DE DAVI.
ROGAI QUE VIVA EM PAZ JERUSALÉM,
E EM SEGURANÇA OS QUE TE AMAM!
QUE A PAZ HABITE DENTRO DE TEUS MUROS,
TRANQUILIDADE EM TEUS PALÁCIOS!
POR AMOR A MEUS IRMÃOS E MEUS AMIGOS,
PEÇO: "A PAZ ESTEJA EM TI!"
PELO AMOR QUE TENHO À CASA DO SENHOR,
EU TE DESEJO TODO BEM!
E EM SEGURANÇA OS QUE TE AMAM!
QUE A PAZ HABITE DENTRO DE TEUS MUROS,
TRANQUILIDADE EM TEUS PALÁCIOS!
POR AMOR A MEUS IRMÃOS E MEUS AMIGOS,
PEÇO: "A PAZ ESTEJA EM TI!"
PELO AMOR QUE TENHO À CASA DO SENHOR,
EU TE DESEJO TODO BEM!
CANTO DE ENTRADA - II
REJUBILA-TE, CIDADE SANTA,
EIS QUE VEM O REI QUE NOS REMIU.
EXULTEMOS JUNTOS DE ALEGRIA -
NOVA PÁSCOA ELE NOS ABRIU!
JÁ SE CUMPRE A GRANDE PROFECIA:
VEM CHEGANDO A LIBERTAÇÃO!
O PASTOR QUE GUIA NOSSAS VIDAS
VEM NOS DAR UM NOVO CORAÇÃO!
ESCUTEMOS A PALAVRA VIVA
QUE NOS LEVA PARA O RUMO CERTO.
É O DEUS QUE VAI AO NOSSO LADO
CONDUZINDO-NOS PELO DESERTO.
DESPERTEMO-NOS PRO NOVO DIA
QUE EXPULSA TODA ESCURIDÃO.
Ó JERUSALÉM, CIDADE SANTA,
CONFIEMO-NOS NO SEU PERDÃO!
Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
ANTÍFONA DE ENTRADA
(Cf. Is 66, 10-11)
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Pres.: Alegra-te, Jerusalém! Reuni-vos, vós todos que a amais! Cheios de júbilo, exultai de alegria, vós que estais tristes, e sereis saciados nas fontes da vossa consolação.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A graça e a paz daquele que é, que era e que vem estejam convosco.
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Pres: Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos menos indignos de aproximar-nos da mesa do Senhor.
Após um momento de silêncio, o sacerdote propõe as seguintes invocações:
Pres.: Senhor, que na cruz perdoadores o ladrão arrependido, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, que nos mandastes perdoar-nos mutuamente antes de nos aproximar do vosso altar, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, que confiastes à vossa Igreja o ministério da reconciliação, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass.: Amém.
ORAÇÃO COLETA
De mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Ó Deus, que por vossa Palavra
realizais de modo admirável
a reconciliação do gênero humano,
concedei ao povo cristão
correr ao encontro das festas que se aproximam,
cheio de fervor e exultando de fé.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus,
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Js 5, 9a. 10-12)
Leitor: Leitura do Livro de Josué
Naqueles dias, o Senhor disse a Josué: “Hoje tirei de cima de vós o opróbrio do Egito”. Os israelitas ficaram acampados em Guilgal e celebraram a Páscoa no dia catorze do mês, à tarde, na planície de Jericó. No dia seguinte à Páscoa comeram dos produtos da terra, pães sem fermento e grãos tostados nesse mesmo dia. O maná cessou de cair no dia seguinte, quando comeram dos produtos da terra. Os israelitas não mais tiveram o maná. Naquele ano comeram dos frutos da terra de Canaã.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 33)
— PROVAI E VEDE QUÃO SUAVE É O SENHOR!
— BENDIREI O SENHOR DEUS EM TODO O TEMPO,
SEU LOUVOR ESTARÁ SEMPRE EM MINHA BOCA.
MINHA ALMA SE GLORIA NO SENHOR;
QUE OUÇAM OS HUMILDES E SE ALEGREM!
— COMIGO ENGRANDECEI AO SENHOR DEUS,
EXALTEMOS TODOS JUNTOS O SEU NOME!
TODAS AS VEZES QUE O BUSQUEI, ELE ME OUVIU,
E DE TODOS OS TEMORES ME LIVROU.
— CONTEMPLAI A SUA FACE E ALEGRAI-VOS,
E VOSSO ROSTO NÃO SE CUBRA DE VERGONHA!
ESTE INFELIZ GRITOU A DEUS, E FOI OUVIDO,
E O SENHOR O LIBERTOU DE TODA ANGÚSTIA.
SEGUNDA LEITURA
(2Cor 5, 17-21)
Leitor: Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios
Irmãos: Se alguém está em Cristo, é uma criatura nova. O mundo velho desapareceu. Tudo agora é novo. E tudo vem de Deus, que, por Cristo, nos reconciliou consigo e nos confiou o ministério da reconciliação. Com efeito, em Cristo, Deus reconciliou o mundo consigo, não imputando aos homens as suas faltas e colocando em nós a palavra da reconciliação. Somos, pois, embaixadores de Cristo, e é Deus mesmo que exorta através de nós. Em nome de Cristo, nós vos suplicamos: deixai-vos reconciliar com Deus. Aquele que não cometeu nenhum pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele nós nos tornemos justiça de Deus.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
LOUVOR E HONRA A VÓS,
SENHOR JESUS!
SENHOR JESUS!
VOU LEVANTAR-ME E VOU A MEU PAI
E LHE DIREI: MEU PAI,
EU PEQUEI CONTRA O CÉU E CONTRA TI.
LOUVOR E HONRA A VÓS,
SENHOR JESUS!
SENHOR JESUS!
Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Diác.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
EVANGELHO
(Lc 15, 1-3. 11-32)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
Pres.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas. +++
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
Ass.: Glória a vós, Senhor. +++
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Pres.: Naquele tempo, os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. Os fariseus, porém, e os mestres da Lei criticavam Jesus. “Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles”. Então Jesus contou-lhes esta parábola: “Um homem tinha dois filhos. O filho mais novo disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me cabe’. E o pai dividiu os bens entre eles. Poucos dias depois, o filho mais novo juntou o que era seu e partiu para um lugar distante. E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada. Quando tinha gasto tudo o que possuía, houve uma grande fome naquela região, e ele começou a passar necessidade. Então foi pedir trabalho a um homem do lugar, que o mandou para seu campo cuidar dos porcos. O rapaz queria matar a fome com a comida que os porcos comiam, mas nem isto lhe davam. Então caiu em si e disse: ‘Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura, e eu aqui, morrendo de fome. Vou-me embora, vou voltar para meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra Deus e contra ti; já não mereço ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados’. Então ele partiu e voltou para seu pai. Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e sentiu compaixão. Correu-lhe ao encontro, abraçou-o, e cobriu-o de beijos. O filho, então, lhe disse: ‘Pai, pequei contra Deus e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho’. Mas o pai disse aos empregados: ‘Trazei depressa a melhor túnica para vestir meu filho. E colocai um anel no seu dedo e sandálias nos pés. Trazei um novilho gordo e matai-o. Vamos fazer um banquete. Porque este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi encontrado’. E começaram a festa. O filho mais velho estava no campo. Ao voltar, já perto de casa, ouviu música e barulho de dança. Então chamou um dos criados e perguntou o que estava acontecendo. O criado respondeu: ‘É teu irmão que voltou. Teu pai matou o novilho gordo, porque o recuperou com saúde’. Mas ele ficou com raiva e não queria entrar. O pai, saindo, insistia com ele. Ele, porém, respondeu ao pai: ‘Eu trabalho para ti há tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua. E tu nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos. Quando chegou esse teu filho, que esbanjou teus bens com prhostithutas, matas para ele o novilho cevado’. Então o pai lhe disse: ‘Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado’”.
Pres.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Apostólico)
Pres.: Professemos a nossa fé.
Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.
PRECES DA COMUNIDADE
Pres.: Irmãos e irmās, em Cristo Deus Pai reconciliou o mundo consigo, convidando-nos a trilhar um caminho de conversão. Iluminados pelo Espírito Santo, que ora em nós, elevemos nossas preces ao Pai, suplicando com confiança:
℟.: Senhor, escutai a nossa prece.
1. Ao Senhor que fez os israelitas ingressarem na Terra Prometida, peçamos que conduza a sua Igreja pelos caminhos deste mundo, para que testemunhe a sua presença entre os homens, sendo sinal do Reino celeste que está por vir.
2. Ao Deus da vida, que é Pai misericordioso, peçamos que socorra os que sofrem com os males da alma e do corpо; para que, com o auxílio da sua graça, configurem-se ao Cristo sofredor e participem com ele de sua glória.
3. Ao Deus bondoso, fiel para sempre, peçamos para que todos os indivíduos e povos não se deixem tocar por intenções maldosas, pela falsidade e pelo egoísmo, mas procurem sempre mais a dignidade do homem e a verdade que liberta e salva.
4. Ao Deus de amor, que acolhe o pecador arrependido, peçamos que nos ensine a perdoar, superando egoísmos e rancores que destroem a comunhão eclesial.
Pres.: Ó Pai, que derrubais dos tronos os orgulhosos e exaltais os humildes, escutai nossas orações e sede propício ao nosso clamor. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
EIS O TEMPO DE CONVERSÃO
EIS O DIA DA SALVAÇÃO
AO PAI VOLTEMOS, JUNTOS ANDEMOS
EIS O TEMPO DE CONVERSÃO!
OS CAMINHOS DO SENHOR
SÃO VERDADE, SÃO AMOR
DIRIGI OS PASSOS MEUS
EM VÓS ESPERO, Ó SENHOR!
ELE GUIA AO BOM CAMINHO
QUEM ERROU E QUER VOLTAR
ELE É BOM, FIEL E JUSTO
ELE BUSCA E VEM SALVAR!
EIS O TEMPO DE CONVERSÃO
EIS O DIA DA SALVAÇÃO
AO PAI VOLTEMOS, JUNTOS ANDEMOS
EIS O TEMPO DE CONVERSÃO!
VIVEREI COM O SENHOR
ELE É O MEU SUSTENTO
EU CONFIO, MESMO QUANDO
MINHA DOR NÃO MAIS AGUENTO
TEM VALOR AOS OLHOS SEUS
MEU SOFRER E MEU MORRER
LIBERTAI O VOSSO SERVO
E FAZEI-O REVIVER!
EIS O TEMPO DE CONVERSÃO
EIS O DIA DA SALVAÇÃO
AO PAI VOLTEMOS, JUNTOS ANDEMOS
EIS O TEMPO DE CONVERSÃO!
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que levando ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Senhor, apresentamos com alegria estes dons, remédio de eterna salvação, pedindo suplicantes que os veneremos dignamente e os santifiqueis para a salvação do mundo. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
ORAÇÃO EUCARÍSTICA SOBRE A RECONCILIAÇÃO I
Prefácio
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo dar-vos graças sempre, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Constantemente nos chamais a uma vida mais plena e, porque sois rico em misericórdia, sempre ofereceis o perdão e convidais os pecadores a confiar somente na vossa bondade. E a nós, que tantas vezes quebramos a vossa aliança, nunca nos rejeitastes, mas, por Jesus, vosso Filho, nosso Redentor, unistes convosco a família humana com um vínculo novo de caridade, tão estreito e forte, que nada poderá romper. Também hoje, ofereceis tempo de graça e reconciliação ao vosso povo e um novo alento para que, em Cristo, se converta em vós, enquanto, sempre mais dócil ao Espírito Santo, se coloca ao serviço de todos. Por isso, cheios de admiração, exaltamos a força do vosso amor e, proclamando nossa alegria pela salvação, nos unimos às multidões dos céus, cantando (dizendo) a uma só voz:
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM, PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA, HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS.
BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR.
HOSANA, HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS.
Ou, para recitação:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo e, desde a origem do mundo, tudo fazeis para sermos santos como vós sois Santo.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Olhai as oferendas do vosso povo e derramai sobre elas a força do vosso Espírito, para que se tornem
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
o Corpo e + o Sangue
une as mãos
do vosso amado Filho, Jesus Cristo, no qual também nós somos vossos filhos.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo.
Quando outrora estávamos perdidos e incapazes de vos encontrar, vós nos amastes com imenso amor, pois vosso Filho, o único Justo, entregou-se à morte, não rejeitando ser pregado no lenho da cruz. Antes, porém, de seus braços abertos traçarem entre o céu e a terra o sinal permanente da vossa aliança, Jesus quis celebrar a Páscoa com seus discípulos.
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Ceando com eles,
toma o pão
e, mantendo-o um pouco acima do altar, prossegue:
tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, colocando-a na patena e genuflete em adoração.
Depois prossegue:
Do mesmo modo, no fim da Ceia, Jesus sabendo que ia reconciliar em si todas as coisas pelo sangue a ser derramado na cruz,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
tomou o cálice repleto do fruto da videira, deu-vos graças novamente e o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Mistério da fé e do amor!
A assembleia aclama:
Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!
A seguir o sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Fazendo, pois, memória de vosso Filho, Jesus Cristo, nossa Páscoa e certeza da paz definitiva, celebramos sua morte e ressurreição e, aguardando o dia feliz de sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos, Deus fiel e misericordioso, a vítima que nos reconcilia convosco.
A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Olhai, com amor, Pai misericordioso, aqueles que nos unis a vós pelo sacrifício do vosso Filho, e concedei que, pela força do Espírito Santo, os que participam do único pão e do mesmo cálice sejam congregados em Cristo num só corpo, no qual todas as divisões sejam superadas.
A assembleia aclama:
O Espírito nos una num só corpo!
1C. Conservai-nos sempre em comunhão de fé e amor unidos ao Papa Leão e ao nosso Bispo Luca Marini. Ajudai-nos a esperar juntos a vinda do vosso reino, até o dia em que, diante de vós, formos santos entre os Santos na morada celeste, ao lado da Virgem Maria, Mãe de Deus, dos Apóstolos e todos os Santos e com nossos irmãos e irmãs já falecidos que confiamos à vossa misericórdia. Enfim, libertos das feridas do pecado e plenamente transformados em novas criaturas, felizes cantaremos a ação de graças
une as mãos
do vosso Cristo que vive para sempre.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Ass.: Amém.
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: O banquete da Eucaristia é sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna. Unidos como irmãos e irmãs, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
Pres.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Ass.: Amém.
E comunga.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
MUITO ALEGRE EU TE PEDI O QUE ERA MEU
PARTIR,
UM SONHO TÃO NORMAL...
DISSIPEI MEUS BENS E O CORAÇÃO TAMBÉM
NO FIM MEU MUNDO ERA IRREAL.
CONFIEI NO TEU AMOR E VOLTEI, SIM AQUI É MEU LUGAR
EU GASTEI TEUS BENS Ó PAI E TE DOU ESTE PRANTO EM MINHAS MÃOS!
MIL AMIGOS CONHECI DISSERAM ADEUS CAIU, A SOLIDÃO EM MIM.
UM PATRÃO CRUEL LEVOU-ME A REFLETIR
MEU PAI NÃO TRATA UM SERVO ASSIM.
CONFIEI NO TEU AMOR E VOLTEI, SIM AQUI É MEU LUGAR
EU GASTEI TEUS BENS Ó PAI E TE DOU ESTE PRANTO EM MINHAS MÃOS!
NEM DEIXASTE-ME FALAR DA INGRATIDÃO
MORREU NO ABRAÇO, O MAL QUE EU FIZ
FESTA, ROUPA NOVA, O ANÉL, SANDÁLIA AOS PÉS
VOLTEI A VIDA, SOU FELIZ!
CONFIEI NO TEU AMOR E VOLTEI, SIM AQUI É MEU LUGAR
EU GASTEI TEUS BENS Ó PAI E TE DOU ESTE PRANTO EM MINHAS MÃOS!
ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Lc 15, 32)
Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:
Pres.: Filho, era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver, estava perdido e foi encontrado.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Ó Deus, luz de todo ser humano que vem a este mundo,
iluminai nossos corações com o esplendor da vossa graça,
para pensarmos sempre o que vos agrada
e amar-vos de todo o coração.
Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL
Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote, pode fazer o convite com estas ou outras palavras:
Diác.: Inclinai-vos para receber a bênção.
O sacerdote, estendendo as mãos sobre o povo, diz:
Pres.: Protegei, Senhor, os que vos suplicam:
sustentai os fracos, iluminai sempre com a vossa luz
os que andam nas trevas da morte,
e concedei que, por vossa misericórdia,
libertados de todos os males,
cheguemos aos bens supremos.
Por Cristo, nosso Senhor.
Ass.: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác.: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus!
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
ENVIO
O CRISTO-DEUS SE FEZ HUMANO NESTA TERRA
E ÀS CRIATURAS DEU VALOR E ATENÇÃO
A VIDA PLENA, QUE NO MUNDO JÁ SE ESPERA
GANHA SENTIDO COM A NOSSA REDENÇÃO
AO ENTREGAR O PARAÍSO AO SER HUMANO
DEUS CONTEMPLOU SUA BELEZA E SEUS DONS
LOUVADO SEJA NOSSO PAI, O CRIADOR
DEUS VIU QUE TUDO, TUDO ERA MUITO BOM!