— VÓS FOSTES, Ó SENHOR, UM REFÚGIO PARA NÓS.
— VÓS FAZEIS VOLTAR AO PÓ TODO MORTAL, QUANDO DIZEIS: “VOLTAI AO PÓ, FILHOS DE ADÃO!” POIS MIL ANOS PARA VÓS SÃO COMO ONTEM, QUAL VIGÍLIA DE UMA NOITE QUE PASSOU.
— ELES PASSAM COMO O SONO DA MANHÃ, SÃO IGUAIS À ERVA VERDE PELOS CAMPOS: DE MANHÃ ELA FLORESCE VICEJANTE, MAS À TARDE É CORTADA E LOGO SECA.
— ENSINAI-NOS A CONTAR OS NOSSOS DIAS, E DAI AO NOSSO CORAÇÃO SABEDORIA! SENHOR, VOLTAI-VOS! ATÉ QUANDO TARDAREIS? TENDE PIEDADE E COMPAIXÃO DE VOSSOS SERVOS!
— SACIAI-NOS DE MANHÃ COM VOSSO AMOR, E EXULTAREMOS DE ALEGRIA TODO O DIA! QUE A BONDADE DO SENHOR E NOSSO DEUS REPOUSE SOBRE NÓS E NOS CONDUZA! TORNAI FECUNDO, Ó SENHOR, NOSSO TRABALHO.
SEGUNDA LEITURA
(Cl 3, 1-5. 9-11)
Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses
Irmãos: Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres. Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus. Quando Cristo, vossa vida, aparecer em seu triunfo, então vós aparecereis também com ele, revestidos de glória.
Portanto, fazei morrer o que em vós pertence à terra: imoralidade, impureza, paixão, maus desejos e a cobiça, que é idolatria. Não mintais uns aos outros. Já vos despojastes do homem velho e da sua maneira de agir e vos revestistes do homem novo, que se renova segundo a imagem do seu Criador, em ordem ao conhecimento. Aí não se faz distinção entre grego e judeu, circunciso e incircunciso, inculto, selvagem, escravo e livre, mas Cristo é tudo em todos.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
EVANGELHO
(Jo 3, 16-21)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O SENHOR ESTEJA CONVOSCO-O-O!
℟.: ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓ-Ó-ÓS!
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: PROCMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO, SEGUNDO LUCA-A-A-S!
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: GLÓRIA A VÓS, SENHO-O-OR!
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: NAQUELE TEMPO, ALGUÉM, DO MEIO DA MULTIDÃO, DISSE A JESUS: “MESTRE, DIZE AO MEU IRMÃO QUE REPARTA A HERANÇA COMIGO”. JESUS RESPONDEU: “HOMEM, QUEM ME ENCARREGOU DE JULGAR OU DE DIVIDIR VOSSOS BENS?” E DISSE-LHES: “ATENÇÃO! TOMAI CUIDADO CONTRA TODO TIPO DE GANÂNCIA, PORQUE, MESMO QUE ALGUÉM TENHA MUITAS COISAS, A VIDA DE UM HOMEM NÃO CONSISTE NA ABUNDÂNCIA DE BENS”. E CONTOU-LHES UMA PARÁBOLA: “A TERRA DE UM HOMEM RICO DEU UMA GRANDE COLHEITA. ELE PENSAVA CONSIGO MESMO: ‘O QUE VOU FAZER? NÃO TENHO ONDE GUARDAR MINHA COLHEITA’. ENTÃO RESOLVEU: ‘JÁ SEI O QUE FAZER! VOU DERRUBAR MEUS CELEIROS E CONSTRUIR MAIORES; NELES VOU GUARDAR TODO O MEU TRIGO, JUNTO COM OS MEUS BENS. ENTÃO PODEREI DIZER A MIM MESMO: MEU CARO, TU TENS UMA BOA RESERVA PARA MUITOS ANOS. DESCANSA, COME, BEBE, APROVEITA!’ MAS DEUS LHE DISSE: ‘LOUCO! AINDA NESTA NOITE, PEDIRÃO DE VOLTA A TUA VIDA. E PARA QUEM FICARÁ O QUE TU ACUMULASTE?’ ASSIM ACONTECE COM QUEM AJUNTA TESOUROS PARA SI MESMO, MAS NÃO É RICO DIANTE DE DEUS”.
℣.: PALAVRA DA SALVAÇÃO-O-O!
℟.: GLÓRIA A VÓS, SENHO-O-OR!
Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.
Terminada a proclamação, o diácono, com toda reverência, coloca o livro dos evangelhos novamente sobre o Altar.
Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Apostólico)
Pres.: Professemos a nossa fé.
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes até e nasceu da Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.
PRECES DA ASSEMBLÉIA
Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres: Pela intercessão de Jesus, único Senhor e Salvador, e pela intercessão de sua Mãe, a Senhora Aparecida, elevemos as nossas orações a Deus, nosso Pai, dizendo:
Ass: Senhora Aparecida, intercedei a Deus por nós.
1. Pela Igreja, para que seja sempre mais comprometida com a vida do nosso povo, especialmente dos mais fracos, necessitados e pobres, rezemos.
2. Pelo Papa Bonifácio, para que conte com as luzes e forças do Altíssimo, e com a proteção e carinho de Nossa Senhora em sua missão de nos confirmar na fé, rezemos.
3. Por nossos Bispos, Presbíteros e Diáconos, pelos religiosos e religiosas, para que iluminados pelo Espirito Santo, sejam sensíveis e solidários às necessidades de nosso povo, rezemos.
4. Pelo Brasil, por todos nossos governantes, e por todo o povo brasileiro, para que possamos construir um país que preserve e favoreça a vida da natureza e de todas as pessoas, rezemos.
Pres: Senhor, pela intercessão da Senhora Aparecida, confiamos a vós as nossas necessidades, atendei a vós por vosso filho Senhor Jesus Cristo, Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos.
Ass: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
SOBE A JERUSALÉM, VIRGEM OFERENTE SEM IGUAL
VAI APRESENTA AO PAI, TEU MENINO: LUZ QUE CHEGOU NO NATAL
E, JUNTO À SUA CRUZ, QUANDO DEUS MORRER, FICA DE PÉ
SIM, ELE TE SALVOU, MAS O OFERECESTE POR NÓS COM TODA FÉ
NÓS VAMOS RENOVAR ESTE SACRIFÍCIO DE JESUS
MORTE E RESSURREIÇÃO, VIDA QUE BROTOU DE SUA OFERTA NA CRUZ
MÃE, VEM NOS ENSINAR A FAZER DA VIDA UMA OBLAÇÃO
CULTO AGRADÁVEL A DEUS É FAZER A OFERTA DO PRÓPRIO CORAÇÃO
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: NÓS VOS PEDIMOS, SENHOR DE BONDADE, SANTIFICAI ESTES DONS E, ACEITANDO A OBLAÇÃO DO SACRIFÍCIO ESPIRITUAL, FAZEI DE NÓS MESMOS UMA ETERNA OFERENDA PARA VÓS. POR CRISTO, NOSSO SENHOR.
℟.: AMÉ-E-EM!
PREFÁCIO DOMINGO COMUM II
(O misterio da salvação)
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O SENHOR ESTEJA CONVOSCO-O-O!
℟.: ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓ-Ó-ÓS!
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: CORAÇÕES AO ALTO-O-O!
℟.: O NOSSO CORAÇÃO ESTÁ EM DEU-U-US!
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: DEMOS GRAÇAS AO SENHOR, NOSSO DEU-U-US!
℟.: É NOSSO DEVER E NOSSA SALVAÇÃO-O-O!
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: NA VERDADE, É DIGNO E JUSTO, É NOSSO DEVER E SALVAÇÃO DAR-VOS GRAÇAS SEMPRE E EM TODO LUGAR, SENHOR, PAI SANTO, DEUS ETERNO E TODO-PODEROSO, POR CRISTO, SENHOR NOSSO. COMPADECENDO-SE DA FRAQUEZA HUMANA, ELE SE DIGNOU NASCER DA VIRGEM MARIA. MORRENDO NA CRUZ, LIVROU-NOS DA MORTE ETERNA E, RESSURGINDO DOS MORTOS, DEU-NOS A VIDA PARA SEMPRE. POR ISSO, COM OS ANJOS E ARCANJOS, OS TRONOS E AS DOMINAÇÕES E TODOS OS COROS CELESTES, ENTOAMOS O HINO DA VOSSA GLÓRIA, CANTANDO A UMA SÓ VOZ:
SANTO
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO,
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
HOSANA, HOSANA, HOSANA NAS ALTURAS!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: MISTÉRIO DA FÉ!
A assembleia aclama:
℟.: ANUNCIAMOS, SENHOR, A VOSSA MORTE E PROCLAMAMOS A VOSSA RESSURREIÇÃO. VINDE, SENHOR JESUS!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Bonifácio, com o nosso Bispo Dominik, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, cantando:
Pres.: POR CRISTO, COM CRISTO, E EM CRISTO, A VÓS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA HONRA E TODA GLÓRIA, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS.
℟.: AAA-AMÉM, AAA-AMÉM, A-AMÉ-É-É-ÉM!
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A PAZ! A PAZ!
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão, viverá eternamente.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
EU SOU O PÃO VIVO DESCIDO DO CÉU:
QUEM DELE COMER VIVERÁ ETERNAMENTE; TOMAI E COMEI.
EU SOU O PÃO VIVO DESCIDO DO CÉU:
QUEM DELE COMER VIVERÁ ETERNAMENTE; TOMAI E COMEI.
MEU PAI É QUEM VOS DÁ O PÃO DO CÉU.
SÓ EU POSSO DAR A VIDA AO MUNDO.
ISTO É O MEU CORPO ENTREGUE POR VÓS.
ESTE É O CÁLICE DA NOVA ALIANÇA.
EU SOU O PÃO VIVO DESCIDO DO CÉU:
QUEM DELE COMER VIVERÁ ETERNAMENTE; TOMAI E COMEI.
SE NÃO COMERDES A CARNE DO FILHO DO HOMEM,
NÃO TEREIS A VIDA EM VÓS.
A MINHA CARNE É VERDADEIRA COMIDA;
O MEU SANGUE É VERDADEIRA BEBIDA.
EU SOU O PÃO VIVO DESCIDO DO CÉU:
QUEM DELE COMER VIVERÁ ETERNAMENTE; TOMAI E COMEI.
QUEM COME A MINHA CARNE E BEBE O MEU SANGUE
PERMANECE EM MIM E EU NELE.
SE ALGUÉM COMER DESTE PÃO,
VIVERÁ PARA SEMPRE.
EU SOU O PÃO VIVO DESCIDO DO CÉU:
QUEM DELE COMER VIVERÁ ETERNAMENTE; TOMAI E COMEI.
EU SOU O PÃO VIVO DESCIDO DO CÉU:
QUEM DELE COMER VIVERÁ ETERNAMENTE; TOMAI E COMEI.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: OREMO-O-OS.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
ACOMPANHAI, SENHOR, COM VOSSA CONSTANTE PROTEÇÃO AQUELES QUE RESTAURAIS COM OS DONS DO CÉU E, COMO NÃO CESSAIS DE PROTEGÊ-LOS, CONCEDEI QUE SE TORNEM DIGNOS DA ETERNA REDENÇÃO. POR CRISTO, NOSSO SENHOR.
℟.: AMÉ-E-EM!
CONSAGRAÇÃO A NOSSA SENHORA APARECIDA
Pres.: Amados irmãos e irmãs, convido-vos neste momento a voltar nosso olhar à imagem de Nossa Senhora Aparecida. Estenda sua mão à ela, e junto, consagremo-nos.
Ó Maria Santíssima, pelos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo, em vossa querida imagem de Aparecida, espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil.
Eu, embora indigno de pertencer ao número de vossos filhos e filhas, mas cheio do desejo de participar dos benefícios de vossa misericórdia, prostrado a vossos pés, consagro-vos o meu entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis; consagro-vos a minha língua para que sempre vos louve e propague a vossa devoção; consagro-vos o meu coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas. Recebei-me, ó Rainha incomparável, vós que o Cristo crucificado deu-nos por Mãe, no ditoso número de vossos filhos e filhas; acolhei-me debaixo de vossa proteção; socorrei-me em todas as minhas necessidades, espirituais e temporais, sobretudo na hora de minha morte. Abençoai-me, ó celestial cooperadora, e com vossa poderosa intercessão, fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda eternidade.
Assim seja!
DAI-NOS A BENÇÃO, Ó MÃE QUERIDA, NOSSA SENHORA APARECIDA!
DAI-NOS A BENÇÃO, Ó MÃE QUERIDA, NOSSA SENHORA APARECIDA!
Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.